domingo, 11 de outubro de 2009

E ACEITEI O HONROSO CONVITE

São Paulo, 18 de setembro de 2009





Prezada acadêmica e ex-aluna do Direito Mackenzie Renata Abreu e, Ilustríssimo Senhor José de Abreu, Digníssimo Presidente Nacional do Partido Trabalhista Nacional-PTN,nº 19.





Agradeço o honroso convite formulado por V.Sas para candidatar-me ao Senado Federal da República Federativa do Brasil em 2010, pelo Partido Trabalhista Nacional – PTN, nº 19.


Manifesto a minha plena aceitação ao convite, dispondo-me a bem representar o Estado de São Paulo no Senado Federal pelo Partido Trabalhista Nacional –PTN, nº 19.


Em decorrência, solicito-lhes orientação quanto à necessária filiação partidária.


Atenciosamente,


Marcos Peixoto Mello Gonçalves
Professor do Direito Mackenzie

FUI CONVIDADO PARA SER CANDIDATO A SENADOR POR SÃO PAULO EM 2010

São Paulo, 20 de agosto de 2009.



Prezado Professor Marcos Peixoto Mello Gonçalves



É o presente para convidá-lo a candidatar-se ao Senado Federal por São Paulo, nas próximas eleições de 2010, pelo Partido Trabalhista Nacional – PTN, do qual sou o presidente.


O convite decorre das referências e ponderações feitas a seu respeito pela minha filha Renata Abreu, sua ex-aluna de Ética e Cidadania aplicada ao Direito II, na Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie.


O Estado de São Paulo carece de uma renovação política e o PTN lhe oferece a legenda e os espaços de rádio e televisão que o horário gratuito destinado à propaganda eleitoral lhe destina.


Na certeza de que a sua experiência, como professor, poderá transformar-se em contribuição à representação do Estado de São Paulo no Senado Federal da República, sou



Atenciosamente,



José de Abreu
Presidente Nacional do Partido Trabalhista Nacional


Embora datada de 20 de agosto de 2009 recebí esta honrosa carta-convite no dia 03 de setembro passado.
Marcos Peixoto Mello Gonçalves

domingo, 4 de outubro de 2009

ÉTICA JÁ - FORA SARNEY! - PROTESTO APARTIDÁRIO - MANIFESTO CIVIL

A camiseta, com a foto de Sarney ao meio, trás os dizeres acima, estampados nesta mesma ordem. A passeata saiu do Masp, desceu a Brigadeiro, o caminhão do som parou no Largo de São Francisco entoando o hino nacional. A passeata seguiu e após uma breve concentração defronte à Catedral, foi até o Tribunal de Justiça, aos gritos de “justiça e ética já”.

O que me levou a ir, foi o artigo publicado na sexta-feira, dia 02 de outubro, na página de Tendências e Debates do jornal “A Folha de São Paulo”, assinado pelo presidente do Centro Acadêmico 22 de Agosto, da Faculdade de Direito da PUCSP e pela presidenta do Centro Acadêmico 11 de Agosto, da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da USP, respectivamente, Marco Antônio e Talita.

Combinei com o meu amigo Augusto, o líder das passeatas ecológicas dos segundos sábados do mês de setembro e fomos juntos. Chegamos um pouco atrasados, mas encontramos a passeata da “Ética já” no fim da Rua Brigadeiro Luiz Antônio. E, como ele comentou, a caminhada acelerada também valeu a pena!

Além da maioria de jovens universitários pude ver que a passeata atraiu adultos de várias idades, inclusive senhoras. A Ângela Barea e o Luis Andreoli, os militantes símbolos da cidadania, marcaram presença e isto não me surpreendeu. Gostei de avistá-los lá.

Por outro lado, achei pequena a cobertura da imprensa, de modo geral. E hoje não vi notícia, nem na Folha, nem no Estadão. Certamente me passou despercebida! De todo modo, a eventual ausência dos meios de comunicação, proprietária e paga, não deve desanimar os estudantes. A Internet pode divulgar os eventos.

Feita esta breve crônica, registro duas coisas.

Em primeiro lugar, que os estudantes independentes de partidos políticos voltaram ao poder estudantil nestes dois importantíssimos centros acadêmicos, livrando a representação estudantil do aparelhamento partidário. Considero isto fundamental para o movimento universitário.

De fato, a independência dos partidos políticos não significa alienação, despreocupação com a realidade brasileira, ausência de debate sobre os grandes problemas do País. Pelo contrário, livre da canga partidária, o movimento universitário poderá constituir-se na vanguarda da luta pela justiça. Não precisa se curvar aos interesses dos líderes partidários e tornar-se correia de transmissão dos seus interesses eleitorais.

E o “Fora Sarney” ilustra bem o que acabo de afirmar. Como poderia um centro acadêmico dominado por petistas aderir ao “Fora Sarney” se esta proposta do movimento pela “ética já” contraria o seu chefe? De maneira que o aparelhamento dos centros acadêmicos por partidos políticos estiola a luta universitária, constrange a sensibilidade dos que, pela idade e pela oportunidade de estudar, são os mais sensíveis para o que deve ser feito e o que deve ser evitado na construção de um país e de um mundo mais justo, mais humano e mais solidário. E, agora no século XXI, ecologicamente sustentável.

Em segundo lugar, achei muito significativo que os dois centros acadêmicos de duas faculdades de Direito de excelência no Estado de São Paulo tenham iniciado esta campanha. E eu sei que estes dois centros acadêmicos sempre foram chaves no despertar de movimentos que repercutiram, ressoaram e provocaram mudanças na vida brasileira. Tomara que consigam a adesão dos demais centros acadêmicos, ou pelo menos de grupos significativos nas faculdades de Direito do nosso Estado, conquistando, ainda, a participação dos demais cursos, de todas as áreas, pelo Brasil afora.

Alguém já afirmou que “a luta pelo Direito é a poesia do caráter”. E na espécie “Fora Sarney” os estudantes foram às ruas pela aplicação imediata, já, da Constituição, do seu artigo 37, que diz que a administração pública deve obedecer aos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade e da eficiência.

O impressionante, o divino mesmo, é que os estudantes mobilizaram-se em pleno sábado à tarde, sem qualquer interesse que não o da causa da ética, pelo valor intrínseco que ela possui, cheios de entusiasmo e de esperança, para gritar nas ruas de São Paulo, basta de imoralidade, basta de falta de publicidade dos atos, basta de falta de impessoalidade, basta de ilegalidade, basta de ineficiência.FORA SARNEY!

E, tranqüilo com a minha consciência, pleno de determinação, posso afirmar para mim mesmo: EU TAMBÉM ESTAVA LÁ, AO LADO DESTA JUVENTUDE DE CARÁTER, PELA APLICAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO E O BEM DO BRASIL!