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Mostrando postagens de Julho, 2013

É A ECONOMIA POLÍTICA, ESTÚPIDO!

Continuo o post “Francisco, uma homenagem e uma denúncia”. E o título acima indica que a economia e a política são inseparáveis, embora os bancos as queiram separadas, interessados em capturar a autoridade monetária, o Banco Central, manter a liberdade de cobrar juros extorsivos e sugar renda da sociedade.             Claramente, o terrorismo econômico praticado em torno da inflação conseguiu elevar a taxa de juros da SELIC em 1,25% e pretende aumentar ainda mais, apesar da inflação perder força sem ter nada a ver com este aumento concedido pelo governo. (selicé ataxa básica de juros definida pelo governo e que “remunera os saldos diários de caixa dos bancos” – Amir Khair, ESP, 10/03/2013, p. B4). Sobre o montante dos juros Khair informa: “o setor público gastou no período 2002/2012, em média, 6,33% do PIB com juros, o equivalente hoje a R$ 300 bilhões!” “... ... R$ 300 bilhões desperdiçados a cada ano...” ( Amir Khair, ESP, 14/07/2013, p. B6)

FRANCISCO, UMA HOMENAGEM E UMA DENÚNCIA!

Em homenagem ao Papa Francisco, eu denuncio, por dever cristão, uma injustiça!
Começo, então, recordando, a complexa vida em sociedade pode ser reduzida a três fundamentos: autoridade, troca e persuasão. Eles se interpenetram e se influenciam simultaneamente, ora um destes três pilares, ora outro, assumindo papel mais relevante sobre os demais.
Destarte, a denúncia diz respeito à injusta transferência de renda da sociedade, seus cidadãos e contribuintes, aos bancos. A razão? A leniência no exercício das autoridades, presidencial, fazendária e monetária, em face da persuasão orquestrada por economistas e consultores, no interesse do lucro das casas bancárias.

Sistema Financeiro Nacional EC 40/2003

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CRIATIVIDADE

Parece que já faz um século que a Presidente/a Dilma propôs aquela “fuga para frente”, o plebiscito, morto, enterrado e sepultado. Dos cinco pactos então, o fiscal, etc, ninguém sequer lembra. E seu pronunciamento foi dia 21 de junho, não faz nem um mês. Ontem, dia 11 de julho, todas as centrais sindicais quiseram se mostrar, e fora os prejudiciais bloqueios das estradas, evidenciaram ser apenas estruturas burocráticas sem representatividade, 100.000 pessoas em todo o país, muitas recebendo “humanitária ajuda de custo” para empunhar bandeiras. Um fiasco!

PLEBISCITO

Penso que Ferreira Gullar diagnosticou bem, a razão do horror aos políticos, manifestada nas ruas: “eles se tornaram uma casta que se apropriou da máquina do Estado em seu próprio benefício.” (‘A vez do povo desorganizado’, FSP, 30/06/13, p.E10.)


Diante de tal fato, o Ministro Joaquim Barbosa e o ex-Ministro do Ex-Presidente Itamar Franco, Rubens Ricupero, aquele que lançou a moeda Real, propuseram a introdução do recall, instituto jurídico que permite destituir de seu mandato, um parlamentar ou chefe de executivo, através do voto dos eleitores.Estes votam a revogação do mandato do parlamentar ou chefe de executivo, antes do término do mesmo.