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CIDADÃO PARTICIPATIVO!

Irmãos da espécie animal humano, irmãos de filiação divina!
                “Tens fé, ainda que diminuta?” Ouvi um pregador fazer esta pergunta, seguida da resposta de que por menor que ela seja, basta, é o suficiente. Fé em Deus! “Basta para te fazer um próspero vencedor e um vencedor próspero”. Fé e confiança Nele! Pedindo ao altar e contribuindo com o dízimo a este mesmo altar. Fé convicta, sem duvidar. Fé na Bíblia, fé na Palavra, fé em Jesus Cristo. Fé em que Deus tudo pode, fé em que Ele me atende. Claro, se eu tenho fé, se eu confio Nele, se não duvido da palavra Dele. Fé em Deus-Pai, em Deus-Filho e em Deus-Espírito Santo.
                Defino a fé como a adesão com convicção a algo que não ofereça explicação racional, como, por exemplo, a ressurreição de Jesus ao terceiro dia! Não há explicação racional para a ressurreição. Logo, o cristianismo não é uma teoria, do tipo da teoria psicanalítica ou da teoria marxista, para citar as mais importantes do sécul…

HÁ UM PROPÓSITO?

Filha do Estado de Goiás, de Goiânia. Não traz o nome do pai. Carrega o sobrenome da mãe, com quem sempre viveu, nome de um cavaleiro da esperança, para muitos. Nome de uma coluna histórica. A mãe, pelo relato dela própria, uma morena bem apanhada, a ponto de o patrão desejá-la amante, sem o conseguir, a mulher tinha caráter, sustentou a filha e a fez administradora de empresas com três MBAs. Além, pasmem, de incentivar o atletismo, ajudando-a a tornar-se campeã goiana, em 2002, na modalidade fisiculturista. Um e cinquenta e oito de altura, sessenta e dois de peso, sabemos, músculos pesam bem mais do que banha e ela não a tem nenhuma. Falecidos, ambos, pai e mãe. Foi na Nossa Senhora de Fátima, em um domingo de maio que a conheci. Sentada na beirada de um banco vazio, eu me sentei no meio. _ Você vai comungar? _ Tive maus pensamentos, não. _ Deus perdoa. Sua presença aqui demonstra o arrependimento. Levantou-se e caminhou na minha frente. Soube mais tarde dos motivos que a levaram ao dese…

RELAÇÃO JURÍDICA

RELAÇÃO JURÍDICA – PROF. MARCOS PEIXOTO 22 02 2017
1) Enquadrando-se o fato, o evento, o acontecimento nas normas jurídico-positivas, o fato se juridiciza. Significa dizer que o direito positivo incide sobre o fato que nele se enquadra, se subsume ou se amolda. Este fato enquadrado na norma, a ela subsumido, passa a ser um fato jurídico.

2) Assim que o fato é juridicizado tornando-se um fato jurídico, o direito ou norma em que este se enquadra ou se subsume irradia uma relação entre as pessoas, partes ou entes envolvidos neste fato. Esta relação se chama relação jurídica. Ela, então, vincula as pessoas envolvidas no fato enquadrado na lei.

3) Pode-se, pois, definir a relação jurídica como o vínculo obrigatório de pessoas que se impõe objetivamente sobre a vontade das mesmas. Dito de outra forma, a relação jurídica é o entrelaçamento de pessoas, de forma obrigatória, que se impõe objetivamente sobre as vontades das pessoas entrelaçadas, ligadas ou vinculadas.

4) As pessoas vinculadas …

VIVA O BRASIL!

Sim, fico otimista recordando eventos que vivenciei e que me permitem olhar a história do Brasil como um processo que se desenvolve lentamente, com avanços em algumas áreas, recuos em outras. O que pretendo, pois, evidenciar, neste texto, é a presença recente de um novo sujeito político a comandar a agenda do país: a cidadania de modo geral e, especialmente, a parcela dos nascidos a partir dos anos 70  e com algum estudo. E o contexto atual é o da sociedade em rede de que nos fala Manuel Castells.
Neste panorama histórico, dizia-se, ao fim dos anos 40, que no Brasil “em se plantando, tudo dá”. Depois, nos anos 50, vieram a industrialização, a urbanização e o entendimento de que o desenvolvimento criava problemas só resolvíveis com mais desenvolvimento, época do presidente bossa-nova, o sorridente Juscelino Kubitschek! Rompeu com o FMI e a política de austeridade. Rodou a máquina de cruzeiros e desenvolveu, com inflação, cinquenta anos em cinco.   Em seguida, Jânio renuncia em 1961,…

O FUTURO DA DEMOCRACIA, ELETRÔNICA!

Bobbio disse que o estágio de desenvolvimento de uma democracia deve ser avaliado pelo número de locais, em que as escolhas são feitas mediante votação. Não mais, afirma, apenas pelo número de pleitos realizados para eleger representantes.             Porém, sobre decidirmos através de representantes eleitos, meu tataraneto poderá referir-se como algo ultrapassado, coisa do tempo do meu tataravô. Imagine, refletirá com os colegas, naquele tempo eles não decidiam diretamente, elegiam quem decidisse por eles. Inclusive, acrescentaria abismado, sobre o destino do dinheiro que cobravam dos eleitores e que servia, também, para o sustento dos próprios eleitos.             Destarte, dinheiro lembra banqueiros. Ouvidos 176 executivos de 62 países pela consultoria PwC, 81% deles apontaram a velocidade de mudanças tecnológicas como o seu segundo principal pesadelo, perdendo, somente, para o excesso de regulação, (“Banqueiros temem avanço de start-ups” FSP, 30-05-16, p.A14).           …

LULOFASCISMO

Inicio enumerando algumas características que os estudos de teoria do Estado apontam para o reconhecimento do fascismo, como um tipo possível de Estado, sempre adaptado, quando existente, às circunstâncias de tempo e lugar. São elas:
1)Existência de um líder carismático 2)Existência de organizações, partidária e sindical, obedientes ao líder carismático 3)Sociedade ou democracia de massas 4)Anulação da autonomia dos entes intermediários entre o indivíduo e o Estado 5)Conluio do Estado com o grande capital privado 6)Incremento do nacional-estatismo na economia 7)Construção de narrativa cultural do politicamente correto para o regime 8)Ditadura política, com a supressão das liberdades democráticas  Se acrescentarmos o racismo a estas características teremos a forma geral do nazismo. E se alterarmos o item cinco acima para a coletivização ou estatização dos meios de produção, teremos a forma geral do comunismo.
Ao acompanhar o cenário político brasileiro desde os anos 60, não tenho dúvidas de qu…